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Circuito Esportivo Recreativo Adaptado - Cerag realiza edição com bocha adaptada

Circuito Esportivo Recreativo Adaptado - Cerag realiza edição com bocha adaptada

Nesta sexta-feira, dia 1º, foi celebrado o Dia do Profissional de Educação Física. Para comemorar a data, foi realizada a sexta etapa do Circuito Esportivo Recreativo Adaptado - Cerag nas dependências das Casas André Luiz, bairro do Picanço, com a modalidade  Bocha Adaptada. A iniciativa tem apoio da Prefeitura de Guarulhos.

Organizado pelos profissionais de Educação Física de entidades filantrópicas, esta foi mais uma oportunidade de demonstrar as potencialidades das pessoas com deficiência. Das 12 medalhas de ouro conquistadas na  Paraolimpíada do Rio, o Brasil teve uma delas na bocha, classe BC3, para pessoas com restrições severas de movimentos.

Toninho Messias, subsecretário de Acessibilidade e Inclusão, falou sobre a data e a relação desse profissional com a pessoa com deficiência. "O profissional de Educação Física tem papel fundamental na socialização da pessoa com deficiência, tendo em vista que o esporte é ferramenta-chave para a verdadeira inclusão. A etapa de hoje foi mais uma mostra do impacto do esporte na vida das pessoas”.

Curiosidades

Os atletas com maior grau de comprometimento podem utilizar uma calha para dar mais propulsão à bola. Os tetraplégicos, por exemplo, que não conseguem movimentar os braços ou as pernas, usam uma faixa ou capacete na cabeça com uma agulha na ponta. O calheiro posiciona a canaleta a sua frente para que ele empurre a bola com a cabeça por intermédio do instrumento. 

Praticada por atletas com elevado grau de paralisia cerebral ou deficiências severas, a bocha estreou nos Jogos Paraolímpicos em 1984. 

Imagens: Augusto Pinheiro / PMG